Lei n.º 62/2007, art. 75.º n.º 4 b) - Constituem infracção disciplinar dos estudantes: A prática de actos de violência ou coacção física ou psicológica sobre outros estudantes, designadamente no quadro das «praxes académicas».

01
Mar 13

O Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra actualizou o código de praxe, que passa a proibir expressamente a praxe dos caloiros durante o seu horário de aulas, a pintura dos novatos e qualquer forma de violência sobre eles, explica João Luís Jesus, dux veteranorum (responsável pelo Conselho de Veteranos, com 23 matrículas na universidade).

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/veteranos-apertam-regras-da-praxe-na-universidade-de-coimbra-1586283

publicado por contracorrente às 17:10

As origens deste polimento aos caloiros, a que dão o nome de praxe e vida académica do ócio, da bebedeira, do sexo drogas e rock’n'roll de pseudos-intelectuais com a mania que são “mestres”, provêm da Roma e Grécia Antiga, do Império Greco-Romano, pelas práticas de rituais pagãos, as festas dionisíacas e báquicas de culto aos deuses Baco e Dioníso, deuses do vinho, da ebriedade (embriaguês e intoxicação), dos excessos, especialmente alimentares e sexuais. Estes veteranos, como eles gostam de se apelidar, e associações académicas, estão cheias de baco, fantasmas, pagodes e paxás (indivíduo rico e ocioso, mandão insolente, mandrião).

http://ourwisdomisfullofenigmas.wordpress.com/2013/04/29/the-manuale-scholarium-parte-1-praxes-academicas/
Manuel a 1 de Maio de 2013 às 19:34

mais sobre mim
Visitantes

- Objectores -

FREEMUSE - Freedom for Musicians
“Quando fizermos uma reflexão sobre o nosso séc. XX, não nos parecerão muito graves os feitos dos malvados, mas sim o escandaloso silêncio das pessoas boas." Martin Luther King "O mal não deve ser imputado apenas àqueles que o praticam, mas também àqueles que poderiam tê-lo evitado e não o fizeram." Tucídedes, historiador grego (460 a.c. - 396 a.c.)
Na Pista de Outros
Free Global Counter
Google Analytics