Lei n.º 62/2007, art. 75.º n.º 4 b) - Constituem infracção disciplinar dos estudantes: A prática de actos de violência ou coacção física ou psicológica sobre outros estudantes, designadamente no quadro das «praxes académicas».

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Jun 14

A Srª Reitora da Universidade de Évora, imagino que também directores e outros professores, fazem as honras da festa e pagam a conta?

Mas quem manda: o Conselho de Notáveis (http://www.cn.uevora.pt/pt/node/5), que se rege pela C.E.G.A.R.R.E.G.A. - Código Estudantil de Graus Académicos Regulamentos e Regras de Exegese e Gírias Académicas, da Universidade de Évora.

 

Vem isto a propósito de notícia, absurda ou hilariante?, de alguém que queria ser praxada!... e não o foi.

 

“Falta” à praxe impede finalista da Universidade de Évora de queimar as fitas
Maria Antónia Zacarias, 10/06/2014 - 12:09

Maria Rita Lavado Moreno é finalista da licenciatura de Sociologia, na Universidade de Évora, e não pôde queimar as fitas porque não foi praxada.

“Eu sou trabalhadora-estudante, chego à universidade já passa das 17h e nunca ninguém se chegou ao pé de mim para me praxar, até porque se o tivesse feito, eu não me teria negado, porque nunca me declarei anti-praxe”.

A finalista recorreu à reitoria mas vice-reitora explicou “não poder fazer nada, uma vez que a cerimónia da queima das fitas é da exclusiva responsabilidade do Conselho de Notáveis”. A reitora da Universidade de Évora afirmou que sensibilizou o Conselho de Notáveis para que, no próximo ano lectivo, “haja uma melhor explicação aos alunos sobre todo o percurso académico que culmina com a cerimónia da queima das fitas”. Ana Costa Freitas disse ainda não ter tido conhecimento oficial da situação de Rita Moreno.

http://www.publico.pt/local/noticia/falta-a-praxe-impede-finalista-da-universidade-de-evora-de-queimar-as-fitas-1639279

publicado por contracorrente às 00:14

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