Lei n.º 62/2007, art. 75.º n.º 4 b) - Constituem infracção disciplinar dos estudantes: A prática de actos de violência ou coacção física ou psicológica sobre outros estudantes, designadamente no quadro das «praxes académicas».

27
Mar 17

Alcaide é categórico: “A AAUM discorda do que diz o governo sobre a praxe”. [...]

http://www.comumonline.com/?p=17054

Latada, o Cortejo Académico ou o Caloiro de Molho, iniciativas com uma forte ligação à praxe académica e com uma forte contribuição da associação académica. Se juntarmos parte dos valores destinados a estas atividades, rapidamente atingimos valores na ordem dos 15 mil euros.
http://www.comumonline.com/?p=19301

Praxe_UM_custos.png

 

publicado por contracorrente às 23:53

17
Fev 17

Cai a máscara ao avestruz, ao do capuz, ou lá o que seja?

 

Estranhamos que, do que temos visto "in loco" em sucessivas idas à U.M. ao longo do ano, apesar da posição clara e desassombrada do Reitor sobre este tema, na U. Minho é onde estas práticas mais se estendem no ano lectivo (estamos já em Fevereiro!) e são mais intensas. Tendo inclusivé já provocado mortes.

 

Nessa excelente Universidade, povoada pelos vistos por uma minoria medíocre e indigna de frequentar o ensino superior, cremos que só falta dar mais um passo, a coragem de expulsar estes prevaricadores. Que causam mais dano do que proveito à  instituição.

 

Aos "putos (praxadores) nazis", recomendamos a leitura de um poema-música do sempre actual José Afonso.

Letra por acaso depositada num repositório da U.M.

http://alfarrabio.di.uminho.pt/zeca/cancoes/159.html

 

************************

Cruz suástica em praxe revolta Universidade do Minho

http://www.jn.pt/nacional/interior/cruz-suastica-em-praxe-revolta-universidade-5670383.html#ixzz4YpdilX4i

 

Braçadeira nazi em praxe na Universidade do Minho causa polémica
http://expresso.sapo.pt/revista-de-imprensa/2017-02-16-Bracadeira-nazi-em-praxe-na-Universidade-do-Minho-causa-polemica
A Universidade do Minho faz parte das três instituições de ensino portuguesas que todos os anos geram mais queixas devido as praxes.


08
Dez 16

Que adianta o Ministro e o Reitor terem uma posição clara sobre o tema?

Pelos vistos pouco, segundo o re-candidato à AAUM, que faz orelhas de mouco.

O seu programa é claro, a praxe será para continuar. Sem precisar de explicar como a humilhação integra.

 

Bruno Alcaide é o atual presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) e é novamente candidato à presidência pela Lista A.

“A AAUM continuará a defender a praxe como processo de integração”

Alcaide é categórico: “A AAUM discorda do que diz o governo sobre a praxe”. O atual dirigente admite, porém, “alguns abusos que vão acontecendo no dia-a-dia”, mas garante que está em diálogo com quem lidera “essas iniciativas” para que os colegas sejam tratados com “o maior respeito possível”. Dessa forma, conclui, “as pessoas estarão na praxe porque querem, gostam e se associam à praxe sem que os obriguem ou influenciem”.

Questionado sobre uma transferência de 625,22 euros para o “Cabido de Cardeais”, um organismo informal ligado a atividades praxísticas, o candidato defende-se dizendo que essa verba surge na sequência da organização conjunta de várias atividades, como “O Tricórnio Vai…” e o “Caloiro de Molho”. “Esses 600 euros são complemente enquadráveis na missão que cabe à Associação Académica”, remata.

http://www.comumonline.com/?p=17054

publicado por contracorrente às 11:26

17
Jun 16

Ou de cursos, com ou sem murros. Certo é o que o muro caiu e matou.

Podia ter sido numa outra qualquer data. Mas é uma triste ironia acontecer numa das poucas universidades onde o Reitor tem uma posição clara e inequívoca sobre este tipo de actos de suposta diversão.

 

"O muro que em abril de 2014 caiu, provocando a morte a três estudantes da Universidade do Minho, durante os festejos de uma vitória numa "guerra de cursos", ruiu "em poucos segundos", afirmaram hoje os quatro colegas das vítimas arguidos no processo."

http://www.dn.pt/sociedade/interior/muro-que-caiu-sobre-estudantes-em-braga-ruiu-em-poucos-segundos-5232325.html

publicado por contracorrente às 00:08

01
Out 12

A pessoa certa no lugar certo faz a diferença, faz absoluta diferença.

Chegou-nos só agora à mão esta informação e a atitude dos veteranos (eufemismo para designar não necessariamente os que reprovam mas os cábulas), no discurso de recepção aos novos alunos pelo reitor da Universidade do Minho, o professor António Cunha.

Do qual destacamos a afirmação:

"Peço o vosso compromisso com os princípios e valores do código de conduta ética da Universidade do Minho".
O reitor, Prof. António Cunha, orgulha-se da sua instituição ter uma grande atractividade. Se este for também o motivo é simples, que outros lhe sigam o exemplo.

> Jornal Público, 18 de Setembro de 2012 (edição impressa): "Veteranos" em protesto recusam ouvir reitor.

>Jornal Correio da Manhã (17 Set. 2012): Universidade e estudantes têm estado de costas voltadas por causa das praxes académicas, desde que no ano passado a reitoria aprovou um novo código de ética que proibe as praxes dentro dos recintos universitários.

Universidade e estudantes têm estado de costas voltadas por causa das praxes académicas, desde que no ano passado a reitoria aprovou um novo código de ética que proibe as praxes dentro dos recintos universitários.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/doutores-abandonam-cerimonia-em-protesto


13
Fev 10
Cinco anos de prisão para veterano que violou "caloira"

Crime no Enterro da Gata de 2008

 

Por Samuel Silva

Um colectivo de juízes do Tribunal de Braga condenou, anteontem, um antigo estudante da Universidade do Minho a cinco anos de prisão efectiva, dando como provada a violação de uma colega mais nova durante as festas académicas de 2008. O autor do crime era um veterano da licenciatura em Engenharia Biomédica, que abusou de uma "caloira" do mesmo curso durante o Enterro da Gata.

A vítima, então com 18 anos, foi agredida e violada pelo colega de curso, que na altura tinha 25 anos. O crime aconteceu de madrugada, dentro do recinto de concertos dos festejos académicos do Minho, na zona envolvente ao estádio municipal de Braga.

A moldura penal prevista para o crime de violação varia entre de três a dez anos de prisão. A sentença do Tribunal de Braga condena o jovem a uma pena efectiva de cinco anos de cadeia, que é ainda acrescida da obrigatoriedade de indemnizar a vítima em 35 mil euros por danos morais e patrimoniais. A não apresentação de sinais de arrependimento durante o julgamento e a conduta fria nas quatro sessões de audiência pesaram na decisão do colectivo de três juízes que julgou o caso.

A decisão foi recebida com agrado pela vítima. O advogado da jovem, Paulo Ferronho, considera que se "fez justiça". "Trata-se de um crime grave em que não foi dada a hipótese de pena suspensa, algo que deixou a minha cliente satisfeita", diz o jurista, esperando que desta forma a vítima possa ultrapassar o trauma causado pela violação.

A estudante acabou por desistir do curso em Braga, tendo pedido transferência de universidade, por se recusar a voltar à cidade face aos danos psicológicos sofridos. A decisão do colectivo de juízes está a ser analisada pelo representante do ex-estudante condenado, Rui Martins, que não decidiu ainda se haverá ou não recurso da sentença.

http://jornal.publico.clix.pt/noticia/13-02-2010/cinco-anos--de-prisao-para-veterano-que-violou-caloira-18790641.htm

 

publicado por contracorrente às 11:34

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