Lei n.º 62/2007, art. 75.º n.º 4 b) - Constituem infracção disciplinar dos estudantes: A prática de actos de violência ou coacção física ou psicológica sobre outros estudantes, designadamente no quadro das «praxes académicas».

07
Abr 18

No dia em que se fizer um referendo, a Garraiada ou Animalada vai acabar, é inevitável.

Quanto à outra, com o nome de Praxe, tem muito pano para continuar.


Alunos da Universidade de Évora recusam referendo e mantêm garraiada
https://www.dn.pt/portugal/interior/alunos-da-universidade-de-evora-recusam-referendo-e-mantem-garraiada-9232527.html

A garraiada vai manter-se no programa da Queima das Fitas em Évora, que vai ter lugar este ano de 25 de Maio a 02 de Junho
"Ficou decidido em assembleia magna que o referendo não irá ser realizado", disse à agência Lusa a presidente da Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE), Ana Rita Silva.
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http://www.dianafm.com/evora-estudantes-votam-referendo-sobre-garraiada-na-queima-das-fitas/

A Presidente da Associação Académica da Universidade de Évora, Ana Rita Silva, diz que a sua direcção decidiu colocar o tema na ordem de trabalhos da reunião para lançar a discussão sobre o assunto.

“Nos últimos anos, a adesão à garraiada da Queima das Fitas tem sido cada vez menor e começa a tornar-se um evento dispendioso e, depois, temos recebido, todos os anos, mensagens contra a sua realização”, afirma.

A direcção da associação académica está dividida sobre o assunto e por isso não assume uma posição.

“Se decidirem que querem um referendo, faz-se um referendo. Se decidirem que não querem um referendo e que é para se continuar a fazer a garraiada, a associação académica organizará a mesma e arranjará forma de a tornar rentável”, sublinha.

publicado por contracorrente às 07:13

11
Jun 14

A Srª Reitora da Universidade de Évora, imagino que também directores e outros professores, fazem as honras da festa e pagam a conta?

Mas quem manda: o Conselho de Notáveis (http://www.cn.uevora.pt/pt/node/5), que se rege pela C.E.G.A.R.R.E.G.A. - Código Estudantil de Graus Académicos Regulamentos e Regras de Exegese e Gírias Académicas, da Universidade de Évora.

 

Vem isto a propósito de notícia, absurda ou hilariante?, de alguém que queria ser praxada!... e não o foi.

 

“Falta” à praxe impede finalista da Universidade de Évora de queimar as fitas
Maria Antónia Zacarias, 10/06/2014 - 12:09

Maria Rita Lavado Moreno é finalista da licenciatura de Sociologia, na Universidade de Évora, e não pôde queimar as fitas porque não foi praxada.

“Eu sou trabalhadora-estudante, chego à universidade já passa das 17h e nunca ninguém se chegou ao pé de mim para me praxar, até porque se o tivesse feito, eu não me teria negado, porque nunca me declarei anti-praxe”.

A finalista recorreu à reitoria mas vice-reitora explicou “não poder fazer nada, uma vez que a cerimónia da queima das fitas é da exclusiva responsabilidade do Conselho de Notáveis”. A reitora da Universidade de Évora afirmou que sensibilizou o Conselho de Notáveis para que, no próximo ano lectivo, “haja uma melhor explicação aos alunos sobre todo o percurso académico que culmina com a cerimónia da queima das fitas”. Ana Costa Freitas disse ainda não ter tido conhecimento oficial da situação de Rita Moreno.

http://www.publico.pt/local/noticia/falta-a-praxe-impede-finalista-da-universidade-de-evora-de-queimar-as-fitas-1639279

publicado por contracorrente às 00:14

02
Nov 08

Pouco a pouco, alguns reitores vão tomando uma posição pública e clara sobre o que é impróprio  numa instuição de ensino.

Elogiamos esta atitude desassombrada por parte da figura máxima da Universidade de Évora, o reitor Rui Araújo. Aguardamos apenas que esta tenha mais seguidores. Que outros não se acomodem no bolorento imobilismo, intimidados por uns quantos "morcegos"!...

 

Recomendamos, aqui, que leiam as palavras do ministro...

(http://anti-praxe.blogs.sapo.pt/8415.html)

  

Estudantes de Évora protestaram contra restrições às praxes

 02.11.2008

 
O Dia da Universidade de Évora foi ontem marcado por um protesto de estudantes contra as limitações impostas pelas autoridades académicas à prática das praxes. Cerca de 600 alunos juntaram-se no claustro maior da instituição, trajados a rigor e empunhando cartazes a apelar à "tradição académica". A música das tunas deu lugar ao silêncio e o acto de estender as capas para que o cortejo académico passe por cima delas foi substituído por um virar de costas aos docentes. Para o Conselho de Notáveis, órgão constituído por alunos das diferentes licenciaturas, esta foi uma acção que visou mostrar a sua indignação com as medidas tomadas pela reitoria. "Esta foi a forma encontrada para mostrarmos que somos a favor da tradição académica e da praxe, devendo a Universidade assumi-la como sua, respeitá-la, e compreendê-la, ao invés de a afastar e rejeitar, uma vez que a praxe vai continuar a existir", afirmou Hugo Quintino, membro daquele conselho. O reitor Jorge Araújo disse, por seu lado, que os alunos estavam no seu direito de se manifestar, lamentado, contudo, o facto de "não reagirem relativamente a coisas muito mais graves que acontecem, dando a ideia de que a capacidade de indignação dos estudantes se resume às praxes". Jorge Araújo salientou que as praxes protocolares não estão proibidas, "o que está proibido são as alarvidades como gritar, chafurdar, sujar e todas as práticas que no fundo podem atentar contra a saúde física e psíquica dos alunos". M.A.Z.
http://jornal.publico.clix.pt/

publicado por contracorrente às 22:40

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“Quando fizermos uma reflexão sobre o nosso séc. XX, não nos parecerão muito graves os feitos dos malvados, mas sim o escandaloso silêncio das pessoas boas." Martin Luther King "O mal não deve ser imputado apenas àqueles que o praticam, mas também àqueles que poderiam tê-lo evitado e não o fizeram." Tucídedes, historiador grego (460 a.c. - 396 a.c.)
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