Lei n.º 62/2007, art. 75.º n.º 4 b) - Constituem infracção disciplinar dos estudantes: A prática de actos de violência ou coacção física ou psicológica sobre outros estudantes, designadamente no quadro das «praxes académicas».

15
Out 18

Praxes violentas e praxes voluntárias: do Meco à Serra da Estrela
António Carlos Cortez
PÚBLICO, 10 Outubro 2018
https://www.publico.pt/2018/10/10/sociedade/opiniao/praxes-violentas-e-praxes-voluntarias-do-meco-a-serra-da-estrela-1846794
Aos estudantes pede-se, urgentemente, consciência cívica – sem isso não se fará a cidade, a República.

Estranho votar em Bolsonaro? E os vossos filhos aceitam as praxes?
Catarina Carvalho
DN, 11 Outubro 2018
https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/catarina-carvalho/interior/praxe-e-submissao-seja-violenta-ou-nao-9982817.html
As cidades universitárias portuguesas enchem-se por estes dias de tontos e aves sorumbáticas. De gente com olhar vítreo, talvez do álcool e do mais que lhes entaramela os sentidos, e de gente com olhar submisso e contente. São estudantes, dizem uns e outros. Hão de ser. Por enquanto são outra coisa qualquer, numa autoinfligida hierarquia de caloiros e veteranos, em que cada um sabe muito bem o seu lugar - como, aliás, conta bem a reportagem que publicamos hoje.

 

As praxes académicas
Conceição Pereira
DNotícias, 04 Outubro 2018

http://www.dnoticias.pt/leitor/cartas/as-praxes-academicas-MF3766943

Vamos lá raciocinar: se as criancinhas de tenra idade se integram nas escolas sem essas macaquices, então alunos universitários, praticamente maiores de idade, precisam de praxes para frequentarem uma nova escola?

O que manda num grupo de caloiros é chamado o Duce, cujo nome é igual ao título que o Mussolini, o chefe do regime fascista italiano atribuía a si próprio.

Por aqui se vê que começam bem.

publicado por contracorrente às 23:55

09
Out 18

Da praxe académica
Jornal I, 05/10/2018

https://ionline.sapo.pt/artigo/628733/da-praxe-academica?seccao=Opiniao_i

Praxes devem ser condenadas e combatidas
DN, 06/10/2018

https://www.dn.pt/vida-e-futuro/interior/maria-de-lurdes-rodrigues-praxes-devem-ser-condenadas-e-combatidas-9961999.html

 

Praxes. Os rituais académicos mais polémicos

Jornal I, 08/10/2018

https://ionline.sapo.pt/artigo/629066/praxes-os-rituais-academicos-mais-polemicos?seccao=Portugal_i

publicado por contracorrente às 23:52

07
Abr 18

No dia em que se fizer um referendo, a Garraiada ou Animalada vai acabar, é inevitável.

Quanto à outra, com o nome de Praxe, tem muito pano para continuar.


Alunos da Universidade de Évora recusam referendo e mantêm garraiada
https://www.dn.pt/portugal/interior/alunos-da-universidade-de-evora-recusam-referendo-e-mantem-garraiada-9232527.html

A garraiada vai manter-se no programa da Queima das Fitas em Évora, que vai ter lugar este ano de 25 de Maio a 02 de Junho
"Ficou decidido em assembleia magna que o referendo não irá ser realizado", disse à agência Lusa a presidente da Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE), Ana Rita Silva.
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http://www.dianafm.com/evora-estudantes-votam-referendo-sobre-garraiada-na-queima-das-fitas/

A Presidente da Associação Académica da Universidade de Évora, Ana Rita Silva, diz que a sua direcção decidiu colocar o tema na ordem de trabalhos da reunião para lançar a discussão sobre o assunto.

“Nos últimos anos, a adesão à garraiada da Queima das Fitas tem sido cada vez menor e começa a tornar-se um evento dispendioso e, depois, temos recebido, todos os anos, mensagens contra a sua realização”, afirma.

A direcção da associação académica está dividida sobre o assunto e por isso não assume uma posição.

“Se decidirem que querem um referendo, faz-se um referendo. Se decidirem que não querem um referendo e que é para se continuar a fazer a garraiada, a associação académica organizará a mesma e arranjará forma de a tornar rentável”, sublinha.

publicado por contracorrente às 07:13

17
Mar 18

Julgamento de estudantes acusados da morte de três alunos na praxe vai ser repetido

O Tribunal da Relação de Guimarães ordenou a repetição do julgamento dos quatro estudantes da Universidade do Minho acusados de homicídio por negligência, na sequência da queda de um muro que matou três colegas, em Abril de 2014.

https://www.publico.pt/2018/03/15/sociedade/noticia/relacao-manda-repetir-julgamento-de-morte-de-tres-alunos-da-universidade-do-minho-1806822

https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/julgamento-de-estudantes-acusados-da-morte-de-tres-alunos-na-praxe-vai-ser-repetido

https://www.dn.pt/lusa/interior/relacao-manda-repetir-julgamento-de-morte-de-3-alunos-da-universidade-do-minho-9190587.html


18
Set 17

Não adianta J.P. Pereira e muitos outros se indignarem com as praxes, quando estas têm a benção ao mais alto nível, com a excepção militante do actual Ministro e de um ou outro, poucos, Reitores.
Mais, agora têm também a benção da PSP. Ora toma!


DN, 15 Set. 2017:

http://www.dn.pt/lusa/interior/psp-de-lisboa-alarga-programa-escola-segura-e-cria-projeto-universidade-segura-8774316.html
Numa sessão de esclarecimento, a PSP alertou os caloiros presentes para a necessidade de praxes seguras, dando a conhecer "os direitos que os caloiros têm".

De acordo com o membro da direção da FAUL, Miguel Baptista-Bastos, "na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa as praxes são muito criativas e são quase uma iniciação de um aluno do ensino secundário que entra no ensino superior".

Para já o projecto-piloto da Universidade Segura é promovido pela PSP de Lisboa através da Divisão que abrange as zonas de Campo Ourique, Estrela, Alcântara e Belém.

https://www.dn.pt/sociedade/interior/psp-vai-vigiar-praxes-e-faculdades-para-evitar-assaltos-8803279.html

https://www.dn.pt/lusa/interior/psp-e-universidade-lusiada-organizam-operacao-stop-para-projeto-universidade-segura-8806789.html

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Sobre a praxe e o direito a viver no século XXI
O momento é o da denúncia. Quem não a faz é conivente com a praxe.
Luís Monteiro, 19 de setembro de 2017, 6:31
https://www.publico.pt/2017/09/19/sociedade/noticia/sobre-a-praxe-e-o-direito-a-viver-no-seculo-xxi-1785809
Proibir a praxe: sim ou não? Sou assumidamente anti-praxe. Mas não tenho para mim que a solução passe por uma qualquer tentativa de proibir ou perseguir quem faz parte destes grupos. No entanto, também acredito que, no dia em que existirem mecanismos suficientes de denúncia e que qualquer estudante que pressione, humilhe, exerça algum tipo de poder sobre o outro seja punido por lei, tal como acontece em todos os outros espaços do dia-a-dia, os alicerces desta prática desabam. Por outras palavras: no dia em que a praxe não for sexista, machista, hierárquica, homofóbica, violenta, deixa de ser praxe.

O desconforto sentido entre aqueles que ainda defendem este tipo de práticas reside no facto de o tema ter-se tornado um debate público, deixando de ser tabu. No meio de todo este debate, desde as tentativas de defender o indefensável, continuamos todos à espera de alguém que defenda abertamente o conteúdo do tal “Manual de Sobrevivência do Caloiro” da praxe da FCUP. Ao contrário do que possa parecer, este não é um debate sobre proibições, é um debate sobre liberdades: a maior de todas é poder escolher viver no século XXI.

Deputado do Bloco de Esquerda

publicado por contracorrente às 23:40

15
Set 17

Nem carta branca, nem carta vermelha. Carta cinzenta.

É isso que entendemos, na nossa livre opinião, de algumas afirmações infelizes do Reitor da UP na abertura do ano lectivo.

Não pode ser cá dentro, mas lá fora não vemos nada...

E, não sendo cegos, elogia-se o gesto de mostrar os espaços culturais da cidade aos novos alunos. É um bom gesto, mas não basta para acabar com esta praga.

Senhor Reitor, ante a escassez de alunos de alguns dos seus colegas, que temem tomar atitudes mais claras, tendo a Universidade do Porto tantos candidatos, como o afirma, tem aqui uma boa oportunidade para excluir aqueles que nada contribuem para os valores que defendeu no seu dirscurso de abertura.

 

Reitor da Universidade do Porto apela à "contenção" e "tolerância" na praxe
http://www.dn.pt/sociedade/interior/reitor-da-universidade-do-porto-apela-acontencao-e-tolerancia-nas-praxes-8770932.html
Ao apelo de Sebastião Feyo de Azevedo seguiu-se depois um aviso: "Não pode haver excessos do tipo de que se fala e do que nós vamos vendo que vai ocorrendo e que não podem ocorrer. Estas atividades não deverão [ocorrer] dentro das instalações universitárias".

Com o mote "Olá Futuro", a UPorto lançou hoje à tarde, a partir do largo da Reitoria, meio milhar de balões com as cores das 14 faculdades da academia e anunciou que para favorecer à integração na cidade ofereciam aos novos estudantes um roteiro turístico com visita à Torre dos Clérigos, Museu de Serralves, Casa da Música, Museu Soares dos Reis e Estádio do Dragão.

publicado por contracorrente às 17:13

30
Jun 17

Bloco e PAN não querem dinheiros públicos para garraiadas académicas
http://www.dn.pt/portugal/interior/bloco-e-pan-nao-querem-dinheiros-publicos-para-garraiadas-academicas-8588862.html
Iniciativas legislativas associam festas de estudantes a maus-tratos de animais e a praxes e querem que deixem de se realizar.

O Bloco de Esquerda e o PAN querem que o governo deixe de dar dinheiro às garraiadas académicas, festas com touros novos, que são habitualmente incluídas nas queimas das fitas, que ocorrem em maio, e que estão associadas às praxes e promovem os maus-tratos de animais.

publicado por contracorrente às 01:41

11
Set 15

Sebastião Feyo de Azvedo, o Reitor da Universidade do Porto, disse-o claramente. Não esteve com meias tintas nem meias palavras, ao contrário de muitos dos seus homónimos.

A presença de insignes personalidades no Conselho Geral da U.P. que secundam esta posição dá-lhe também uma boa rectaguarda.

E a Universidade do Porto passa assim a incluir no seu cartão de visita mais um atractivo, a arte de bem receber quem chega pela 1ª vez.

 

Aviso do reitor: nenhum caloiro é obrigado a participar nas praxes

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4771813

Sebastião Feyo de Azevedo, reitor da Universidade do Porto, diz que todos têm "a obrigação de velar pelo cumprimento desta norma".
O reitor da Universidade do Porto (UP) avisou hoje os cerca de 4.000 novos estudantes que participaram na sessão de receção ao caloiro que não são obrigados a participar em qualquer ato de praxe académica contra a sua vontade.
"Nenhum estudante pode ser obrigado a participar em qualquer ato da praxe académica contra a sua vontade, cabendo a todos, a toda a comunidade, a obrigação de velar pelo cumprimento desta norma de que lhe deverá ser dado conhecimento no ato de inscrição", declarou o reitor no discurso da cerimónia de receção aos novos estudantes que ingressam este ano letivo naquela instituição de Ensino Superior.
Sebastião Feyo de Azevedo acrescentou, no seu discurso, proferido na Praça Gomes Teixeira, em frente ao edifício da Reitoria da UP, que tudo faria por uma integração "sem excessos ou abusos" em sintonia e articulação com os representantes dos estudantes.

publicado por contracorrente às 17:45

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